Tradução de "all in p " para a língua portuguesa:
Exemplos (Fontes externas, não revisadas)
| A syllogism takes the form Major premise All M are P. Minor premise All S are M. Conclusion All S are P.(Note M Middle, S subject, P predicate. | Se as vogais indicam os modos, a quantidade e a qualidade das premissas, as consoantes S, P, M e C indicam a maneira para pela qual a redução será feita. |
| Thus intuitionists absolutely disallow the blanket assertion For all propositions P concerning infinite sets D P or P (Kleene 1952 48). | Logo, intuicionistas reprovam absolutamente a seguinte asserção Para todas as proposições P relativas a conjuntos infinitos D P ou P (Kleene 1952 48). |
| In humans, malaria is caused by P. falciparum , P. malariae , P. ovale , P. vivax and P. knowlesi . | No ser humano, a malária é provocada por P. falciparum , P. malariae , P. ovale , P. vivax e P. knowlesi . |
| Expenditure side of Gross Domestic Product P. 3 P. 3 P. 3 P. 3 P. 3 P. 31 P. 32 P. 4 P41 P. 5 P. 51 P. 52 P. 53 P. 6 P. 61 P. 62 4 . | Lado da despesa do Produto Interno Bruto P. 3 P. 3 P. 3 P. 3 P. 3 P. 31 P. 32 P. 4 P41 P. 5 P. 51 P. 52 P. 53 P. 6 P. 61 P. 62 4 . |
| Similarly, the third argument becomes All P are not Q. S is a P. Therefore, S is a Q. | Desse modo, seja P o conjunto dos homens, Q o conjunto dos mortais, e s Sócrates, é uma interpretação de cada um dos argumentos acima. |
| P. 1 P. 11 P. 12 P. 13 P. 7 P. 71 P. 72 P. 72F D. 21 D. 31 R1 P. 2 P. 6 P. 61 P. 62 P. 62F B. 1g B. 11 U1 K. 1 B. 1n | P. 1 P. 11 P. 12 P. 13 P. 7 P. 71 P. 72 P. 72F D. 21 D. 31 R1 P. 2 P. 6 P. 61 P. 62 P. 62F B. 1g B. 11 U1 K. 1 B. 1n |
| Lauraceae (Ordo 162) in A. L. P. P. de Candolle (ed. | Outra especiaria desta família é a cânfora ( Cinnamomum camphora ). |
| For example, in most systems of logic (but not in intuitionistic logic) Peirce's law ((( P Q ) P ) P ) is a theorem. | Por exemplo, na maioria dos sistemas de lógica (exceto na lógica intuicionista), a lei de Peirce ((( P Q ) P ) P ) é um teorema. |
| P. 11 P. 12 | PT |
| p. 4 . p. 8 . | JO L 318 de 27.11.1998 , p. 8 . |
| P1 P2 P. 3 P. 31 P. 32 P. 5 P. 51 P. 5N P. 6 P. 7 D. 1 D. 2 D. 21 D. 29 D. 3 D. 31 D. 39 D. 21 D . | P. 1 P. 2 P. 3 P. 31 P. 32 P. 5 P. 51 P. 5N P. 6 P. 7 D. 1 D. 2 D. 21 D. 29 D. 3 D. 31 D. 39 D. 21 D . |
| In other words, T proves that ProvA( ( P )) implies ProvA( (ProvA( (P)))). | Em outras palavras, T prova que ProvA( ( P )) implica em ProvA( (ProvA( ( P )))). |
| P 51 Mustang in Detail Scale Part 1 Prototype through P 51C . | P 51 Mustang in Detail Scale Part 1 Prototype through P 51C . |
| OJ C , , p. OJ C , , p. OJ C , , p. OJ L 339 , 21.12.2001 , p. 50 .. | JO C de , p. . JO L 339 de 21.12.2001 , p. 50 . |
| C , , p. OJ C , , p. . | , p. ... . |
| William P. Halliday in 1865. | A vila foi fundada em 1818. |
| In Deussen, O., Hall, P. | In Deussen, O., Hall, P. |
| (Hodges p. 91, Hawking p. 1121). | (Hodges p. 91, Hawking p. 1121). |
| It was not until the 18th century that Leonhard Euler proved that the formula 2 p 1(2 p 1) will yield all the even perfect numbers. | Só no século XVIII Leonhard Euler provou que a fórmula 2 n 1(2 n 1) daria todos os números perfeitos pares. |
| P. 3 P. 31 P. 32 D. 8 B. 8g B. 12 U241 | P. 3 P. 31 P. 32 D. 8 |
| Moments and cumulants The expected value of a geometrically distributed random variable X is 1 p and the variance is (1 p ) p 2 formula_21Similarly, the expected value of the geometrically distributed random variable Y X 1 (where Y corresponds to the pmf listed in the right column) is q p (1 p ) p , and its variance is (1 p ) p 2 formula_22Let μ (1 p ) p be the expected value of Y . | O valor esperado de uma variável aleatória geometricamente distribuída X é 1 p e a variância é (1 p ) p 2 formula_3De forma equivalente, o valor esperado de uma variável aleatória geometricamente distribuída Y é (1 p ) p , e a sua variância é (1 p ) p 2. |
| Capital formation P. 5 P. 51 5 . | Formação de capital P. 5 P. 51 5 . |
| OJ reference OJ L 207 , 28.7.2006 , p. 39 OJ L 215 , 5.8.2006 , p. 44 OJ L 221 , 12.8.2006 , p. 17 OJ L 352 , 13.12.2006 , p. 1 OJ C 257 , 25.10.2006 , p. 16 OJ C 257 , 25.10.2006 , p. 19 OJ L 306 , 7.11.2006 , p. 15 OJ L 348 , 11.12.2006 , p. 1 OJ L 348 , 11.12.2006 , p. 38 OJ C 283 , 21.11.2006 , p. 16 OJ L 348 , 11.12.2006 , p. 52 OJ L 2 , 5.1.2007 , p. 3 | JO L 207 de 28.7.2006 , p. 39 JO L 215 de 5.8.2006 , p. 44 JO L 221 de 12.8.2006 , p. 17 JO L 352 de 13.12.2006 , p. 1 JO C 257 de 25.10.2006 , p. 16 JO C 257 de 25.10.2006 , p. 19 JO L 306 de 7.11.2006 , p. 15 JO L 348 de 11.12.2006 , p. 1 JO L 348 de 11.12.2006 , p. 38 |
| ) Martin P. Nilsson concluded that all great classical Greek myths were tied to Mycenaen centres and were anchored in prehistoric times. | O professor Martin P. Nilsson concluiu que todos os grandes mitos da Grécia antiga estavam atados aos centros micênicos e âncorados em épocas pré históricas. |
| In other words, T proves that ProvA( ( P Q )) and ProvA( ( P )) imply ProvA( ( Q )). | Em outras palavras, T prova que ProvA( ( P Q )) e ProvA( ( P )) implica em ProvA( ( Q )). |
| If p 1 then the sum of the p series is ζ( p ), i.e., the Riemann zeta function evaluated at p . | Se p 1 então a soma das série é ζ( p ), i.e., a função zeta de Riemann em ordem a p . |
| P. | P. |
| , p. ... | , p. ... |
| ( p ) | ( p ) |
| , p. .... | , p. .... |
| ( p ) | ( o ) |
| , p. ... | , p. ... |
| , ... , p. ... | As alterações que é necessário introduzir nos actos para o efeito dizem unicamente respeito aos procedimentos de comitologia e não exigem , portanto , qualquer transposição pelos Estados Membros no caso das directivas , |
| , p. ... . | JO C de , p. . |
| , p. ... | , p. ... |
| ( p ) | p ) |
| , p. .... | , p. .... |
| OJ L 89 , 28.3.2006 , p. 56 OJ L 107 , 20.4.2006 , p. 54 OJ C 98 , 26.4.2006 , p. 25 OJ L 115 , 28.4.2006 , p. 46 OJ L 148 , 2.6.2006 , p. 56 OJ C 230 , 23.9.2006 , p. 46 OJ L 184 , 6.7.2006 , p. 12 | JO L 89 de 28.3.2006 , p. 56 JO L 107 de 20.4.2006 , p. 54 JO C 98 de 26.4.2006 , p. 25 JO L 115 de 28.4.2006 , p. 46 JO L 148 de 2.6.2006 , p. 56 JO C 230 de 23.9.2006 , p. 46 |
| OJ L 80 , 18.3.2004 , p. 33 OJ L 80 , 18.3.2004 , p. 42 OJ L 205 , 9.6.2004 , p. 1 OJ L 205 , 9.6.2004 , p. 5 OJ L 205 , 9.6.2004 , p. 7 OJ L 205 , 9.6.2004 , p. 9 OJ L 205 , 9.6.2004 , p. 13 | JO L 80 , 18.3.2004 , p. 33 JO L 80 , 18.3.2004 , p. 42 JO L 205 , 9.6.2004 , p. 1 JO L 205 , 9.6.2004 , p. 5 JO L 205 , 9.6.2004 , p. 7 JO L 205 , 9.6.2004 , p. 9 |
| OJ L 283 , 31.10.2003 , p. 87 OJ L 297 , 15.11.2003 , p. 35 OJ L 324 , 11.12.2003 , p. 57 OJ L 69 , 8.3.2004 , p. 1 OJ L 9 , 15.1.2004 , p. 27 OJ L 9 , 15.1.2004 , p. 29 OJ L 9 , 15.1.2004 , p. 31 | JO L 283 , de 31.10.2003 , p. 87 JO L 297 , de 15.11.2003 , p. 35 JO L 324 , de 11.12.2003 , p. 57 JO L 69 , de 8.3.2004 , p. 1 JO L 9 , de 15.1.2004 , p. 27 JO L 9 , de 15.1.2004 , p. 29 |
| OJ C , , p. OJ C , , p. See page ... | JO C de , p JO C de , p. Ver página ... |
| Bird, Richard M. and P. P. Gendron .1998. | do RITI) tipo 4 operações triangulares (artº 8º. |
| Bird, Richard M. and P. P. Gendron .2000. | do RITI) tipo 5 prestações de serviços (artº. |
| In several axiomatic derivations of logic, this is effectively resolved by showing that (P P) and its negation are constants, and simply defining TRUE as (P P) and FALSE as (P P), without taking a position as to the principle of bivalence or the law of excluded middle. | Em várias derivações axiomáticas da lógica, isso é efetivamente resolvido mostrando que (P P) e sua negação sã constantes e simplesmente por definindo que VERDADEIRO é (P P) e FALSO é (P P), sem tomar qualquer posição sobre o princípio da bivalência ou o princípio do terceiro excluído. |
| Most deaths are caused by P. falciparum because P. vivax , P. ovale , and P. malariae generally cause a milder form of malaria. | A grande maioria das mortes é provocada por P. falciparum e P. vivax , enquanto que as P. ovale e P. malariae geralmente provocam uma forma menos agressiva de malária e que raramente é fatal. |